Para que servem as paredes dos museus? | 2013

Exposição individual
Casa Daros

Rio de Janeiro 

A mostra decorreu da pesquisa realizada pela artista durante sua residência na Casa Daros, no Rio de Janeiro, entre 2011 e 2013, que deu origem ao livro Para que servem as paredes do museu?. Neste período, Iole trabalhou em meio à instabilidade da restauração da instituição carioca e tal condição influenciou a criação de sua grande instalação com a qual o espaço foi inaugurado.

Aqui Iole ampliou os conceitos arquitetônicos existentes nos prédios dos museus onde atuou como Pinacoteca de São Paulo, Casa França-Brasil, entre outros, e apresenta obras em formatos menores que enfocam os mesmos conceitos estéticos elaborados em suas grandes instalações.
Obras construídas em chapas de aço opaco ou refletor que constituem as “paredes” do ambiente e recebem intensas torções das chapas coloridas de policarbonatos. “Em uma nova linguagem, o trabalho desloca as paredes originais dos prédios e implanta uma intervenção plástica diferente, reiterando aquela das grandes instalações previamente realizadas”, afirma.

English

The show was the result of the research conducted by the artist during her residency at Casa Daros in Rio de Janeiro between 2011 and 2013, which gave rise to the book Para que servem as paredes do museu? (“What are the walls of the museum for?”). During this period, Iole worked in the midst of the instability of the restoration of the institution and such a condition influenced the creation of its large facility.

Here Iole expanded the architectural concepts existing in the museum buildings where he acted as Pinacoteca de São Paulo, Casa França-Brasil, among others, and presents works in smaller formats that focus on the same aesthetic concepts elaborated in its large facilities.

Works built in opaque or reflective steel sheets that constitute the “walls” of the environment and receive intense twisting of the colored polycarbonate sheets. “In a new language, the work displaces the original walls of the buildings and implants a different plastic intervention, reiterating that of the large installations previously made,” she says.